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Unintended Consequence na Wikipedia.

A estética dos anjos por Elisabete Joaquim no Novo Rumo.

Eu não teria dito melhor por Carlos Novais no Novo Rumo.

What It Means To Be an Anarcho-Capitalist por Stephan Kinsella no LewRockwell.

Da inutilidade do intervencionismo por Gabriel Silva no Blasfemias.

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Há duas questões que me deixam indeciso se hei-de ser Liberal ou Libertário.

Primeiro, até que ponto os indivíduos são responsáveis pelas suas acções. Podemos afirmar que muitas vezes temos responsabilidade pelo que fazemos e que,por isso, no limite temos sempre uma opção. No entanto, pode também argumentar-se que a educação que uma pessoa recebe é uma condição necessária para se ser responsável pelas acções. Assim, se um libertário apoia o facto de uma família Amish tirar os filhos aos 14 anos da escola, então a pergunta é: será esta pessoa capaz de tomar decisões por ela própria?

Aquilo que penso (mas que estou disposto a mudar se me apresentarem um bom argumento), é que deve haver igualdade de oportunidades na educação. Caso as pessoas sejam educadas, então depois podemos afirmar que a responsabilidade é delas. Assim, posso afirmar que penso que um proviso necessário é a educação, mas que depois podemos adoptar uma posição libertária.

O segundo problema que me confunde é: mesmo admitindo que é injusto uma pessoa estar numa situação desigual devido à educação que teve, ou às escolhas que os pais fizeram para essa pessoa, é justo obrigar outras pessoas que tomaram as decisões certas pagar pelos erros dos outros? Por que razão há-de o indivíduo x que tomou as decisões certas pagar impostos para que o filho do indivíduo y tenha uma educação melhor?

Que injustiça!

Isaltino Morais condenado a sete anos de prisão e a perda de mandato mas Isaltino Morais diz que está inocente e mantém recandidatura à câmara .

E Fátima Felgueiras? E José Sócrates? Existe ou não uma cabala contra estas ilustres personagens?

Morreu o poeta e filósofo M. S. Lourenço. A Filosofia, em particular, a Lógica da Matemática, fica hoje mais pobre em Portugal. O Ágora Social lamenta a sua perda.

Pedro Arroja explica bem neste post as caracteristicas que minam um debate racional:

“Factores que tornam impossível o debate racional de ideias:

-Falta de estudo prévio;
-Incapacidade de abstracção;
-Desfocalização (saltar do tópico para outro);
-Argumento ad hominem (pessoalizar o debate)
-Excepcionalismo ou particularismo (argumentar com base em excepções ou casos particulares)”.

PPP

Liberalismo

“In a liberal society, people must be free to go to hell in their own way, provided that they stay within the law” (Barry, Culture and Equality)

Uma das críticas como à eficiência do mercado é o facto de haver externalidades. O mercado não inclui todos os benefícios e malefícios nas transações. Existem side-effects como os problemas ambientais. Neste sentido, o mercado não pode ser uma boa resposta ao ambiente. Esta teoria é falsificada por Coese. Coese sugere o seguinte. Suponhamos que existe um lago onde todos podem pescar livremente. Como não existe nenhum interesse monetário para conservar a natureza, cada um pesca sem pensar que no ano que vem não haverá recursos. Ora, tendo isto em conta, a proposta de Coese consiste em privatizar o lago. Se o lago for privatizado, o gestor terá en consideracao o facto de que no ano seguinte tem de ter peixes no lago para poder ter clientes. Logo, a natureza é preservada pelo auto-interesse do proprietário.

“By a continuous process of inflation, governments can confiscate, secretly and unobserved, an important part of the wealth of their citizens. By this method, they not only confiscate, but they confiscate arbitrarily; and while the process impoverishes many, it actually enriches some” – John Maynard Keynes, Economic Consequences of the Peace, 1920.

Adam Smith afirmou que o auto-interesse na sociedade funciona de maneira a que todos beneficiem. Aqui está um exemplo que ilustra esse ponto de vista.

Feminists

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