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Archive for the ‘Sociobiologia’ Category

Dou aqui uma lista dos livros e artigos que, a meu ver, são os melhores acerca de Lei Natural em Filosofia Política (dentro da tradição analítica).

Natural Law and Natural Rights, John Finnis

Natural Law and Justice, Lloyd Weinreb

Natural Law Theory: Contemporary Essays, Robert George

A Critique to the New Natural Law Theory, Russel Hittinger

How Persuasive is Natural Law Theory?, K. Greenwalt

Natural Law and Contemporary Moral Thought, Steven Smith

Natural Law: An Introduction and Re-examination, Kainz

Introduction to Jurisprudence (especialmente o terceiro capítulo), Freeman

The Blackwell guide to the philosophy of law and legal theory, Golding e Emunson

The Oxford Handbookd to Jurisprudence and philosophy of Law, Shapiro e Coleman

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“Numa conferência sobre o tema numa biblioteca em Shirlington, nos subúrbios da capital americana, Fauntroy conta que um republicano negro lhe disse, recentemente, por que votaria em Obama: “Se não o fizer, o que vou dizer aos meus netos quando me perguntarem o que fiz para ajudar a eleger o primeiro presidente negro?”
Paul Ward define-se como um afro-americano republicano. Nestas eleições, pela primeira vez, vai votar num democrata, e confessa: “Quero poder dizer aos meus filhos que podemos ter orgulho num Presidente afro-americano.”
Mas Paul Ward esteve muito tempo indeciso – na verdade, tinha acabado de se decidir quando falou com o PÚBLICO num restaurante de rodízio em Alexandria, nos subúrbios ricos de Washington. “Isto deve ser uma das coisas mais difíceis que vou fazer na vida, votar num democrata liberal.” Inicialmente Ward, que é advogado de patentes numa farmacêutica, desconfiava de Obama: “A única coisa que temos em comum é sermos advogados e afro-americanos.

(…)”Obama criou um dilema para muitos republicanos negros”, diz Fauntroy, mas adianta que esta não é apenas uma “questão de solidariedade racial”. “Há uma grande frustração dos afro-americanos republicanos com o aparelho partidário por este não encontrar, financiar e apoiar candidatos negros competitivos que possam vencer eleições”, nota.
Houve já alturas em que republicanos e negros tiveram uma relação diferente, diz Fauntroy: o primeiro negro eleito para o Congresso (em 1870) era republicano. Mas há muito que o voto afro-americano favorece os democratas: Al Gore obteve 91 por cento do voto da comunidade nas eleições presidenciais de 2000 e espera-se que Obama chegue desta vez aos 95 por cento. Fauntroy diz que nas últimas eleições presidenciais, de 2004, dez por cento dos eleitores negros identificavam-se com o Partido Republicano. Nestas eleições, esse número diminuiu para apenas quatro por cento.” (http://jornal.publico.clix.pt/, 01.11.2008).

 

Houve muitos debates sobre as eleições dos E.U.A.2008 em que se acusavam os americanos de serem racistas e, como tal, nunca elegeriam Barack Obama mas os factos têm comprovado que a questão da raça tem sido decisiva para a população negra americana inclusíve para membros do partido republicano que já afirmaram que vão votar em Obama por “solidariedade racial”. Acho estranho que o racismo só tenha dado para um dos lados nos recentes debates.

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The Economic Approach to Human Behavior, Gary Becker

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Legalização de porte de arma ,Capitalismo selvagem segundo Vital Moreira , A indignação é um pobre substituto da razão II , A indignação é um pobre substituto da razão III , O futuro do Bem no Mundo , Suicídio assistido , Eterno Retorno , O Lucro dos Vendedores e o Status Quo , Argumentos de saúde pública , Ideais Humanistas , A caminho das nacionalizações , Uma questão de fé , Algumas medidas para combater o desemprego , As propriedades mágicas do Estado , Bush é racista , Igualdade de oportunidades II , Igualdade de oportunidades III , Igualdades, liberdades e indignações , Handicap social (na íntegra) , O Século do progressismo , Crise de natalidade, familia e poder , Crise de natalidade, familia e poder II .

 

 

 

 

 

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Momento cómico

Como a vida nem sempre é de seriedades há notícias que vale a pena relatar pelo simples facto do seu ridículo nos deixar bem dispostos de tanto rir.

Não resisto a relatar esta notícia do jornal O Público sem comentar.

“Podem os homens ser feministas? E, sendo-o, devem constituir um grupo isolado ou integrar o movimento mais geral de mulheres? Estas foram algumas das questões discutidas no painel Género e relações de género: o papel das mulheres e dos homens na mudança, um dos debates da tarde no congresso.
“Tenho encontrado muitos machos mas poucos homens”, ironizou o espanhol Javier Robles Andrades, que abordou as “distintas masculinidades”, entre as quais a “subordinada e marginalizada dos homossexuais”, para concluir que “é preciso procurar novas formas de ser homem”.”

Um homem feminista??? Deve ser piada ou talvez o homem seja feminista em determinados momentos em que a graxa para obter sexo mais rápido e economicamente seja a estratégia, aí sim fica bem ser “feminista”. Também deve de ser verdade que temos “muitos machos mas poucos homens”, talvez seja do problema da natalidade. Em relação à procura das “novas formas de ser homem” nem vale a pena comentar.

“Já existentes em várias cidades espanholas, os grupos de homens pela igualdade já foram apreciados pela ministra da Igualdade do Governo de José Luís Zapatero, que anunciou que gostava de alargar e institucionalizar o conceito a todo o país.”

Grupos de homens pela igualdade do género??? So sweet…

“”Ser feminista não é uma palavra malvada. É uma condição de progresso, é ser justo e lógico. Por isso, devíamos todas e todos ser feministas”, apelou, na sessão de abertura do congresso, Elza Pais, presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, reconhecendo que persistem “barreiras [à plena igualdade] que parecem intransponíveis”.”

Mais non-sense. O que de mais existe no feminismo é de facto a lógica.

“Por sua vez, Elisabete Brasil, presidente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), associação promotora deste III Congresso Feminista, tinha dito, minutos antes, que “a agenda feminista tem de estar entroncada na agenda dos outros movimentos sociais”. Isso mesmo defendeu Sónia Alvarez, vice-presidente da Associação de Estudos Latino-Americanos, que falou da “renovação e radicalização” dos feminismos na América Latina, em resposta às fragilidades dos “muito bem comportados feminismos académicos” na “resistência ao neoliberalismo”.”

Não poderiam faltar as criticas ao neoliberalismo. Acho piada que lutam pelas igualdades e ao mesmo tempo lutam contra a liberdade económica. Ser feminista também é ser obrigado a dar dinheiro quando não se quer. Demasiada sensibilidade é o que é. Cheap talk.

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“A homossexualidade é determinada pela biologia ou pela vivência de cada um?”, pergunta uma notícia de hoje do Público.

Dois investigadores suecos afirmam ter boas razões para afirmar que se trata de uma característica biológica. 

A notícia do Público faz ainda referência a um estudo da Universidade de Zurique: “No ano passado, a equipa de Alumit Ishai, da Universidade de Zurique, conseguiu visualizar, graças à técnica de fMRI, a actividade de regiões do cérebro como a amígdala- uma estrutura relacionada com as emoções – em voluntários de ambas as orientações sexuais, a quem eram apresentadas fotografias de rostos. Tinham concluído que, nas mulheres heterossexuais e nos homens homossexuais, essas regiões tinham maior actividade perante rostos masculino. Nos homens heterossexuais e nas mulheres homossexuais, o mesmo acontecia com os rostos femininos.”

Estas estudos levantam sempre indignação, tal como este post do João Miranda. Ficar indignado com estas questões é apenas falta de bom senso. Querem obrigar-nos a acreditar à força que as pessoas são todas iguais, quando é óbvio que somos diferentes. E ser diferente não tem mal nenhum: há diferenças boas e diferenças más e é esse o critério que devemos usar para avaliar os outros e não somente serem diferentes. Existem diferenças entre grupos e entre pessoas e é de lamentar que hoje em dia não se possa dizer abertamente que há diferença, porque se recebe imediatamente o rótulo de fascista, racista, machista, etc. Parece-me que, pelo contrário, aqueles que querem que todos sejam iguais à força são os verdadeiros autoritários, repressores e inimigos da liberdade.

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1. Propensão para agradar à mulher que lhe atrai.

2. Tendência para o autoritarismo conservador.

3. Tendência para ceder às políticas sociais de boas intenções.

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