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Vai de férias e não voltes!

O massacre recente na Noruega voltou a introduzir pela milésima vez o tema do porte de arma. Ora, como seria de esperar surgiu a voz indignada da Esquerda representada por Francisco Louçã. Mais uma vez fomos brindados com moralismos e o choradinho sobre o controlo das armas. Nada de surpreendente pois a Esquerda em peso (PCP, BE, PS, PSD, CDS e tudo o resto) tem interesse em manter o controlo sobre o seu rebanho pois imagine-se que as ovelhas começam um dia a pensar que o seu pastor é um tirano e se unem contra ele. O cidadão comum é constantemente bombardeado com argumentos do medo para justificar o desarmamento da população e o policiamento e militarização estatais como meio de garantir a sua protecção, e como o medo é uma arma poderosa o debate intelectual fica estagnado.

Boas Intencões

Diz o ditado que “cheio de boas intenções está o Inferno cheio”. Este ditado não é levado muito a sério pois se o fosse as pessoas seriam mais desconfiadas em relação aos seus governantes. Notícias como esta devem-nos fazer pensar nas nossas crenças ingénuas em dois sentidos: em primeiro lugar, julgar as pessoas pelos seus actos e não se deixar levar pela aparência angélica de alguns políticos e pela sua retórica de promessas irrealistas (principalmente mulheres); em segundo lugar, as boas intenções não fazem necessariamente boas políticas. Mas muito boa gente sabe disto e as restantes são apenas ingénuas ou pouco inteligentes nos seus raciocínios. Dentro do grupo das pessoas que sabem disto, pode-se afirmar que a maioria são intelectualmente desonestas que não querem saber da Verdade nem dos princípios morais universais, é-lhes conveniente defender teorias utilitárias que justificam todo o tipo de intervenções nas vidas dos outros para que daí possam recolher os devidos “benefícios”. E é por estas razões que a esmagadora maioria das pessoas tem o sistema que merece e que, muitas vezes, os faz provar do seu próprio veneno: a Democracia.

O Porco Capitalista

Unintended Consequence na Wikipedia.

A estética dos anjos por Elisabete Joaquim no Novo Rumo.

Eu não teria dito melhor por Carlos Novais no Novo Rumo.

What It Means To Be an Anarcho-Capitalist por Stephan Kinsella no LewRockwell.

Da inutilidade do intervencionismo por Gabriel Silva no Blasfemias.

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Novo Rumo

Há duas questões que me deixam indeciso se hei-de ser Liberal ou Libertário.

Primeiro, até que ponto os indivíduos são responsáveis pelas suas acções. Podemos afirmar que muitas vezes temos responsabilidade pelo que fazemos e que,por isso, no limite temos sempre uma opção. No entanto, pode também argumentar-se que a educação que uma pessoa recebe é uma condição necessária para se ser responsável pelas acções. Assim, se um libertário apoia o facto de uma família Amish tirar os filhos aos 14 anos da escola, então a pergunta é: será esta pessoa capaz de tomar decisões por ela própria?

Aquilo que penso (mas que estou disposto a mudar se me apresentarem um bom argumento), é que deve haver igualdade de oportunidades na educação. Caso as pessoas sejam educadas, então depois podemos afirmar que a responsabilidade é delas. Assim, posso afirmar que penso que um proviso necessário é a educação, mas que depois podemos adoptar uma posição libertária.

O segundo problema que me confunde é: mesmo admitindo que é injusto uma pessoa estar numa situação desigual devido à educação que teve, ou às escolhas que os pais fizeram para essa pessoa, é justo obrigar outras pessoas que tomaram as decisões certas pagar pelos erros dos outros? Por que razão há-de o indivíduo x que tomou as decisões certas pagar impostos para que o filho do indivíduo y tenha uma educação melhor?

Que injustiça!

Isaltino Morais condenado a sete anos de prisão e a perda de mandato mas Isaltino Morais diz que está inocente e mantém recandidatura à câmara .

E Fátima Felgueiras? E José Sócrates? Existe ou não uma cabala contra estas ilustres personagens?

Morreu o poeta e filósofo M. S. Lourenço. A Filosofia, em particular, a Lógica da Matemática, fica hoje mais pobre em Portugal. O Ágora Social lamenta a sua perda.

A saúde não é um direito  por Joaquim e, ainda, Health Care Mythology 

(via Blasfemias ).

Pedro Arroja explica bem neste post as caracteristicas que minam um debate racional:

“Factores que tornam impossível o debate racional de ideias:

-Falta de estudo prévio;
-Incapacidade de abstracção;
-Desfocalização (saltar do tópico para outro);
-Argumento ad hominem (pessoalizar o debate)
Excepcionalismo ou particularismo (argumentar com base em excepções ou casos particulares)”.

PPP

Partido Pirata Português

Liberalismo

“In a liberal society, people must be free to go to hell in their own way, provided that they stay within the law” (Barry, Culture and Equality)

Uma das críticas como à eficiência do mercado é o facto de haver externalidades. O mercado não inclui todos os benefícios e malefícios nas transações. Existem side-effects como os problemas ambientais. Neste sentido, o mercado não pode ser uma boa resposta ao ambiente. Esta teoria é falsificada por Coese. Coese sugere o seguinte. Suponhamos que existe um lago onde todos podem pescar livremente. Como não existe nenhum interesse monetário para conservar a natureza, cada um pesca sem pensar que no ano que vem não haverá recursos. Ora, tendo isto em conta, a proposta de Coese consiste em privatizar o lago. Se o lago for privatizado, o gestor terá en consideracao o facto de que no ano seguinte tem de ter peixes no lago para poder ter clientes. Logo, a natureza é preservada pelo auto-interesse do proprietário.