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Archive for Abril, 2009

Feminists

http://www.fredoneverything.net/Rape.shtml

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1984

http://www.lewrockwell.com/blog/lewrw/archives/026489.html.

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Dou aqui uma lista dos livros e artigos que, a meu ver, são os melhores acerca de Lei Natural em Filosofia Política (dentro da tradição analítica).

Natural Law and Natural Rights, John Finnis

Natural Law and Justice, Lloyd Weinreb

Natural Law Theory: Contemporary Essays, Robert George

A Critique to the New Natural Law Theory, Russel Hittinger

How Persuasive is Natural Law Theory?, K. Greenwalt

Natural Law and Contemporary Moral Thought, Steven Smith

Natural Law: An Introduction and Re-examination, Kainz

Introduction to Jurisprudence (especialmente o terceiro capítulo), Freeman

The Blackwell guide to the philosophy of law and legal theory, Golding e Emunson

The Oxford Handbookd to Jurisprudence and philosophy of Law, Shapiro e Coleman

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Recensões de dois livros em The Economist.

Economics
Making Sense of the Modern Economy

Guide to Investment Strategy

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Os conselhos de Belmiro de Azevedo.  Exemplo: “Haverá sempre lugar para os grandes negócios e as grandes carreiras”.

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Aqui.

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Uma prisao norte-americana vai agora cobrar a “estadia” aos presos. Parece-me uma boa medida. Ha argumentos a defender que num contrato hipotetico as partes acordariam pagar impostos paraproteccao de direitos (propriedade privada por exemplo). Seja isto discutivel ou nao, a verdade e que isto parece ser o mal necessario. No entanto, tem de se ter em consideracao que as pessoas que pagam estes impostos estao a ser, de certo modo, injusticadas. Estas pessoas tem de pagar pelo mal dos outros. Assim sendo, seria mais justo nao terem de pagar estes imp0stos. Assim, e mais justo aqueles que erraram pagar pelo erro e contribuir. Uma pessoa que nunca fez mal nao tem que sustentar os que fizeram mas opcoes ou que sao menos dotados por alguma razao. Por esta razao, parece-me que quanto mais se reduzirem este “mal necessario” melhor. Sou a favor de uma reducao de impostos, o minimo possivel (por exemplo, para corrigir os erros de mercado). No caso da prisao, parece-me que e mais correcto cobrar aos que fizeram mas opcoes do que aqueles que fizeram boas.

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A era do pensamento único. Por Filipe Faria.

“Dizem-nos que a culpa da crise é da desregulação dos mercados e da falta de intervenção estadual no sistema bancário. Esta versão simplificada vende mais jornais, mas na realidade oculta pormenores que não encaixam no puzzle: o que não é dito é que foi precisamente através da intervenção da reserva federal americana que os bancos começaram a correr riscos suicidas. Como? Para convencer os bancos a colocarem mais dinheiro no mercado, estes foram incentivados através da fixação artificial de taxas de juros ridiculamente baixas. De forma análoga, foi concedida a protecção sobre as reservas dos bancos de forma a que estes jogassem as suas reservas no mercado. A acção governamental foi determinante para que os bancos tivessem a liberdade de arriscarem na oferta de empréstimos de retorno impossível. Em condições normais de mercado onde a responsabilidade do risco recaísse apenas e só sobre os bancos, a ponderação seria outra. A protecção governamental oferecida aos bancos terminou com uma total ausência de freios. Ademais, é frequentemente omitido que este processo não começou com o famigerado George W. Bush. O fenómeno está em curso há vários mandatos e o presidente Bill Clinton, visto por muitos europeus como um modelo de virtude, não o inverteu.”

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25 de Novembro

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O Estado tenta impedir que os indivíduos não sejam roubados roubando-os. Também protege os direitos individuais violando-os.

Justificação: o bem comum.

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Não se pode provar a existência de Deus. Mas também não se pode provar a sua não-existência. Logo, a posição mais coerente e imparcial é o agnósticismo porque não se inclina para nenhum dos lados encarando-os com cepticismo.

Nota: a fé não é um argumento.

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Um argumento muitas vezes usado pelos defensores do aborto é que o corpo de uma mulher é sua propriedade e, como tal, é livre de fazer o que quiser com ele. Este argumento costuma ser adornado com a relativização acerca do que é a vida humana. Ora, este argumento é falacioso. A problemática em volta deste argumento reside num conflito de direitos: o direito à vida e o direito de propriedade. Um raciocínio simples por analogia desmonta esta falácia. Por exemplo:

Se uma mulher tem direito a abortar porque o corpo é seu, então (caso não haja dúvidas de que o feto é uma vida humana) teremos de aceitar que uma mulher que esteja em sua casa (sua propriedade) possa maltratar uma criança (também sua propriedade) ou matá-la e escapar ilesa.

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Um debate em metafísica, ética e economia é se é possível medir o bem estar das pessoas e compará-los. A importância desta discussão é que para se encontrar um sistema económico ou ético que maximize o bem-estar tem de ser poder comparar o bem estar. Por exemplo, suponhamos que o os programas económicos y e z estão a ser comparados. Suponhamos ainda que o critério para o predicado diádico “melhor do que” é que um traz mais bem-estar aos indivíduos do que o outro. Se for impossível comparar, então não se pode qualificar os dois programas políticos. Esta questão começou a ser mais debatida desde que o Utilitarismo emergiu. Como é bem sabido, de acordo com o Utilitarismo, o acto ético é aquele que a soma do bem-estar geral é maior. Mas as comparações de bem-estar não interessam só ao Utilitarismo. A principal preocupação do liberalismo é o bem-estar dos indivíduos. Assim, dentro daquilo que são os direitos liberais, deve gerir-se qual a melhor resposta para o bem-estar dos indivíduos.

Harsanyi, um economista do século XX, considera que as comparações de bem-estar são possíveis (Journal of Political Economy, 63, 1955). A teoria é relativamente simples e intuitiva. O que ele diz, de foma sumária, é que, antes de mais, temos de considerar que é intuitivo pensar que os indivíduos são similares em vez de serem diferentes. Isto é, eu tenho mais dados para pensar que outra pessoa tem a mesma estrutura mental e física do que eu do que pensar o oposto. Esta teoria não pode ser verificada empiricamente, i.e., não podemos entrar na mente ou no corpo de outra pessoa, por isso não podemos ter a certeza. Mas a verdade é que não temos razões para pensar o contrário. É mais provável que seja assim do que o oposto.

Tendo isto em consideração, Harsanyi diz que caso tenhamos informação suficiente sobre a outra pessoa, e.g., backbround, educação, etc., podemos com alto grau de probabilidae, adivinhar os seus gostos. De facto, se tentarmos isso com as pessoas que nos são mais próximas, conseguimos de forma consistente prever os seus gostos.

Assim sendo, parece-me que as comparações de bem estar são possíveis. A teoria é uma teoria de senso comum, mas isso não é razão para a rejeitar.

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Um exemplo de uma gestão de sucesso. A história do mercado do molho de soja em The Economist.

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Debate sobre se os ricos devem pagar mais impostos aqui.

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