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Archive for the ‘Negócios’ Category

Uma das críticas como à eficiência do mercado é o facto de haver externalidades. O mercado não inclui todos os benefícios e malefícios nas transações. Existem side-effects como os problemas ambientais. Neste sentido, o mercado não pode ser uma boa resposta ao ambiente. Esta teoria é falsificada por Coese. Coese sugere o seguinte. Suponhamos que existe um lago onde todos podem pescar livremente. Como não existe nenhum interesse monetário para conservar a natureza, cada um pesca sem pensar que no ano que vem não haverá recursos. Ora, tendo isto em conta, a proposta de Coese consiste em privatizar o lago. Se o lago for privatizado, o gestor terá en consideracao o facto de que no ano seguinte tem de ter peixes no lago para poder ter clientes. Logo, a natureza é preservada pelo auto-interesse do proprietário.

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Adam Smith afirmou que o auto-interesse na sociedade funciona de maneira a que todos beneficiem. Aqui está um exemplo que ilustra esse ponto de vista.

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Recensões de dois livros em The Economist.

Economics
Making Sense of the Modern Economy

Guide to Investment Strategy

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Os conselhos de Belmiro de Azevedo.  Exemplo: “Haverá sempre lugar para os grandes negócios e as grandes carreiras”.

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Aqui.

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Um exemplo de uma gestão de sucesso. A história do mercado do molho de soja em The Economist.

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Recentemente em França um pedido de eutanásia foi rejeitado.

1. Toda e qualquer pessoa é detentora do seu corpo.

2. Toda e qualquer pessoa tem o direito natural de fazer o que quiser com o seu corpo, seja mutilá-lo ou prostitui-lo.

3. Toda e qualquer pessoa pode decidir pôr fim à vida do seu corpo dado que é sua propriedade.

4. Os motivos para que alguém decida pôr cobro à sua vida são irrelevantes para a questão desde que seja consentido pelo próprio.

5. A “dignidade da pessoa humana” não é um argumento contra a eutanásia, aliàs nem sequer é argumento algum tratando-se de um conceito vago.

6. Sendo uma pessoa dona do seu corpo o Estado não tem legitimidade coerciva ou moral para impedir alguém de se suicidar seja o caso de doentes em sofrimento ou toda e qualquer pessoa que queira pôr um fim à sua vida.

7. O suicídio assistido pode ser encarado como um negócio qualquer tal como a prostituição ou o jogo.

8. Se um fornecedor de serviços lucrar com o negócio dos suicídios está no seu direito, apenas ganha o que o mercado oferece aos seus serviços.

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