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Archive for Agosto, 2008

Financiamento estatal dos atletas olímpicos.

Solução? Privatizar. E se os privados não pagarem, como é? Deixa de haver atletas portugueses nos jogos olímpicos.

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Este artigo de Ana Gomes é muito instrutivo e mostra-nos que precisamos de mais feminismos, ou seja, mais igualdade entre sexos (leia-se nas entrelinhas mais poder para as mulheres imporem a sua agenda), mais políticas sociais (leia-se nas entrelinhas mais direitos positivos), mais sensibilidade (leia-se nas entrelinhas mais apologia da emocionalidade e da indignação), mais aposta na divinização do sector da educação (leia-se nas entrelinhas uma educação mais sensível e poética criando homens efeminados com ilusões de um mundo perfeito). Mais uma vez, vão tentar mostrar-nos que a coerência argumentativa não é tudo e que precisamos de políticas mais sensiveis (leia-se nas entrelinhas mais irracional).

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1. Os defensores de uma certa ideia de “sociedade justa” afirmam constantemente que num mercado livre os salários dos jogadores de fútebol, dos actores de cinema de hollywood, dos grandes empresários ou das prostitutas de luxo são injustos.

2. Mas os salários gordos resultam do livre investimento dos indivíduos, logo não pode ser injusto pois um mercado livre funciona de acordo com a lei imparcial/natural da oferta/procura.

3. Logo, uma sociedade justa é uma sociedade que não é livre. Logo, não faz sentido usar a palavra “liberdade” de acordo com o direito natural mas sim identificando-a com o direito positivo.

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Uma dedução lógica certeira do comentador Filipe Abrantes:

“- o Direito Natural é universal e diz o que é ou não Justo
– o que está nas constituições/jurisprudência/cógidos (Direito Positivo) é a imanência das circunstâncias e/ou vontade da maioria
– as circunstâncias e/ou a vontade da maioria são totalmente independentes daquilo que é Justo (relembro que as maiorias podem – e já o fizeram – votar a favor de governos e/ou leis racistas ou comunistas), logo do Direito Natural, e só raramente dele se aproximam nas suas normas
– segue-se que só por acaso haverá normas (Direito Positivo) coincidentes com princípios naturais sobre o que é Justo
– segue-se que só por acaso numa constituição haverá protecções sólidas contra violações do direito natural (mesmo na constituição US)”.

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