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Archive for the ‘Economia’ Category

Unintended Consequence na Wikipedia.

A estética dos anjos por Elisabete Joaquim no Novo Rumo.

Eu não teria dito melhor por Carlos Novais no Novo Rumo.

What It Means To Be an Anarcho-Capitalist por Stephan Kinsella no LewRockwell.

Da inutilidade do intervencionismo por Gabriel Silva no Blasfemias.

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Uma das críticas como à eficiência do mercado é o facto de haver externalidades. O mercado não inclui todos os benefícios e malefícios nas transações. Existem side-effects como os problemas ambientais. Neste sentido, o mercado não pode ser uma boa resposta ao ambiente. Esta teoria é falsificada por Coese. Coese sugere o seguinte. Suponhamos que existe um lago onde todos podem pescar livremente. Como não existe nenhum interesse monetário para conservar a natureza, cada um pesca sem pensar que no ano que vem não haverá recursos. Ora, tendo isto em conta, a proposta de Coese consiste em privatizar o lago. Se o lago for privatizado, o gestor terá en consideracao o facto de que no ano seguinte tem de ter peixes no lago para poder ter clientes. Logo, a natureza é preservada pelo auto-interesse do proprietário.

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“By a continuous process of inflation, governments can confiscate, secretly and unobserved, an important part of the wealth of their citizens. By this method, they not only confiscate, but they confiscate arbitrarily; and while the process impoverishes many, it actually enriches some” – John Maynard Keynes, Economic Consequences of the Peace, 1920.

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Adam Smith afirmou que o auto-interesse na sociedade funciona de maneira a que todos beneficiem. Aqui está um exemplo que ilustra esse ponto de vista.

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Recensões de dois livros em The Economist.

Economics
Making Sense of the Modern Economy

Guide to Investment Strategy

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Os conselhos de Belmiro de Azevedo.  Exemplo: “Haverá sempre lugar para os grandes negócios e as grandes carreiras”.

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Aqui.

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Uma prisao norte-americana vai agora cobrar a “estadia” aos presos. Parece-me uma boa medida. Ha argumentos a defender que num contrato hipotetico as partes acordariam pagar impostos paraproteccao de direitos (propriedade privada por exemplo). Seja isto discutivel ou nao, a verdade e que isto parece ser o mal necessario. No entanto, tem de se ter em consideracao que as pessoas que pagam estes impostos estao a ser, de certo modo, injusticadas. Estas pessoas tem de pagar pelo mal dos outros. Assim sendo, seria mais justo nao terem de pagar estes imp0stos. Assim, e mais justo aqueles que erraram pagar pelo erro e contribuir. Uma pessoa que nunca fez mal nao tem que sustentar os que fizeram mas opcoes ou que sao menos dotados por alguma razao. Por esta razao, parece-me que quanto mais se reduzirem este “mal necessario” melhor. Sou a favor de uma reducao de impostos, o minimo possivel (por exemplo, para corrigir os erros de mercado). No caso da prisao, parece-me que e mais correcto cobrar aos que fizeram mas opcoes do que aqueles que fizeram boas.

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A era do pensamento único. Por Filipe Faria.

“Dizem-nos que a culpa da crise é da desregulação dos mercados e da falta de intervenção estadual no sistema bancário. Esta versão simplificada vende mais jornais, mas na realidade oculta pormenores que não encaixam no puzzle: o que não é dito é que foi precisamente através da intervenção da reserva federal americana que os bancos começaram a correr riscos suicidas. Como? Para convencer os bancos a colocarem mais dinheiro no mercado, estes foram incentivados através da fixação artificial de taxas de juros ridiculamente baixas. De forma análoga, foi concedida a protecção sobre as reservas dos bancos de forma a que estes jogassem as suas reservas no mercado. A acção governamental foi determinante para que os bancos tivessem a liberdade de arriscarem na oferta de empréstimos de retorno impossível. Em condições normais de mercado onde a responsabilidade do risco recaísse apenas e só sobre os bancos, a ponderação seria outra. A protecção governamental oferecida aos bancos terminou com uma total ausência de freios. Ademais, é frequentemente omitido que este processo não começou com o famigerado George W. Bush. O fenómeno está em curso há vários mandatos e o presidente Bill Clinton, visto por muitos europeus como um modelo de virtude, não o inverteu.”

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Um debate em metafísica, ética e economia é se é possível medir o bem estar das pessoas e compará-los. A importância desta discussão é que para se encontrar um sistema económico ou ético que maximize o bem-estar tem de ser poder comparar o bem estar. Por exemplo, suponhamos que o os programas económicos y e z estão a ser comparados. Suponhamos ainda que o critério para o predicado diádico “melhor do que” é que um traz mais bem-estar aos indivíduos do que o outro. Se for impossível comparar, então não se pode qualificar os dois programas políticos. Esta questão começou a ser mais debatida desde que o Utilitarismo emergiu. Como é bem sabido, de acordo com o Utilitarismo, o acto ético é aquele que a soma do bem-estar geral é maior. Mas as comparações de bem-estar não interessam só ao Utilitarismo. A principal preocupação do liberalismo é o bem-estar dos indivíduos. Assim, dentro daquilo que são os direitos liberais, deve gerir-se qual a melhor resposta para o bem-estar dos indivíduos.

Harsanyi, um economista do século XX, considera que as comparações de bem-estar são possíveis (Journal of Political Economy, 63, 1955). A teoria é relativamente simples e intuitiva. O que ele diz, de foma sumária, é que, antes de mais, temos de considerar que é intuitivo pensar que os indivíduos são similares em vez de serem diferentes. Isto é, eu tenho mais dados para pensar que outra pessoa tem a mesma estrutura mental e física do que eu do que pensar o oposto. Esta teoria não pode ser verificada empiricamente, i.e., não podemos entrar na mente ou no corpo de outra pessoa, por isso não podemos ter a certeza. Mas a verdade é que não temos razões para pensar o contrário. É mais provável que seja assim do que o oposto.

Tendo isto em consideração, Harsanyi diz que caso tenhamos informação suficiente sobre a outra pessoa, e.g., backbround, educação, etc., podemos com alto grau de probabilidae, adivinhar os seus gostos. De facto, se tentarmos isso com as pessoas que nos são mais próximas, conseguimos de forma consistente prever os seus gostos.

Assim sendo, parece-me que as comparações de bem estar são possíveis. A teoria é uma teoria de senso comum, mas isso não é razão para a rejeitar.

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Um exemplo de uma gestão de sucesso. A história do mercado do molho de soja em The Economist.

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Debate sobre se os ricos devem pagar mais impostos aqui.

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(nao tenho acentos nem cedilhas neste computador)

Ja e conhecido o argumento para o desarmamento nuclear. Dizem-nos os “pacifistas” que o mundo seria melhor sem armas e que e uma necessidade para a paz no mundo que os governos em cooperacao se desarmem.

Este argumento e inocente e esta matematicamente errado. Para refutar este argumento, a primeira questao a colocar e: como garantir que de facto todos os paises se iam desarmar? Qual seria a entidade neutra que o faria e qual seria o seu metodo? No entanto, supondo que podemos encontrar uma entidade neutra e um metodo eficaz, este processo seria altamente dispendioso.

Alem da inocencia do argumento, tambem o podemos refutar pela sua incoerencia matematica. Se pensarmos na razao pela qual a Guerra Fria nao evoluiu e porque havia armamento suficiente da parte dos dois polos para prevenir a guerra. Uma vez que os dois tinham armamento suficiente para destruir o outro pais, a melhor resposta a atitude do adversario era nao mandar uma bomba. Os paises estavam em equilibrio porque deram a melhor resposta a resposta do adversario.

Voltando ao primeiro argumento e tendo em conta o que acabei de escrever aqui, podemos considerar a seguinte hipotese: os paises x,y e z sao o conjunto de paises que existem. x, y e z fazem um acordo para se desarmarem. A melhor resposta que cada um tem a atitude dos outros e manter as armas porque isso garantir-lhes-a ter poder enquanto os outros nao tem armas. Ora, tendo isto em conta, ha duas hipoteses. Primeiro, todos os paises fingem desarmar-se e nenhum se desarma. Segundo, um ou dois paises desarma-se e outros dois ou um, respectivamente, nao se desarmam. Assim, apelar ao desarmamento ou nao tem qualquer efeito ou serve para que certos paises tenham vantagem sobre outros (o que seria pior, porque, de acordo com o que disse atras, nao existiria equilibrio).

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Desde Platão, a pergunta “como havemos de viver?” tem sido central na disciplina de Ética. Os desenvolvimentos de teoria dos jogos no século XX parecem dar uma resposta a esta pergunta. A teoria dos jogos é um ramo da matemática que sugere as melhores estratégias de comportameto. Por exemplo, o “equilíbrio de Nash” diz o seguinte: tendo dois invidívuos, A e B, eles estão em equilíbrio se a decisão de A é a melhor escolha tendo em consideração a decisão de B e se a decisão de B é a melhor escolha tendo em consideração a decisão de B. Está implícito nesta teoria que agir moralmente é agir racionalmente. De facto, é difícil refutar esta tese:

1) se agir racionalmente é correcto

2)se agir eticamente é o que está correcto

 3)Logo agir racionalmente é ético.

Pra refutar esta teoria, duas posições podem ser tomadas. Primeiro, agir eticamente não é agir racionalmente. Segundo, não se consegue definir racionalidade.

A primeira hipótese é inconcebível. Nenhuma teoria que mereça a nossa atenção pode dizer que quem é ético é aquele que age irracionalmente. A segunda hipótese tem alguma viabilidade, mas a pergunta sobre o argumento que subjaz essa posição fica por clarificar. Existe de facto alguma discussão em Economia sobre aquilo que é agir racionalmente (Harsanyi, Rawls e Sen, por exemplo), mas os teoremas fundamentais são os mesmos.

Tendo isto em consideração, pode dizer-se que a teoria dos jogos é uma boa base para agir racionalmente. Mas, obviamente que esta racionalidade não pode ser pensada sem algumas restrições. Harsanyi, por exemplo, coloca os indivíduos numa stuação em que não sabem a sua posição na sociedade e que têm igual probabilidade para ter qualquer as posições. Neste cenário, os indivíduos agem racionalmente e fazem determinadas escolhas (no caso de Harsanyi, Utilitarianismo). Deste modo, aquilo que deve ser discutido não é se a racionalidade é ética ou não, mas as condições (constraints) em que os indivíduos são colocados para decidir os princípios éticos.

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G7 contra proteccionismo promete estimular economia.

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