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Archive for Outubro, 2008

Antes de mais, peco desculpa por escrever sem acentos ou cedilhas, porque estou num computador que nao e portugues.

A imigracao e vista por muitos como uma boa solucao para os problemas economicos da Europa e Estados Unidos ou como uma obrigacao moral dos mesmos de acolher refugiados ou outro tipo de imigrantes de categoria semelhante.

Os imigrantes nao sao uma boa solucao para os problemas economicos. Suponha-se que se aceita uma consideravel quantidade de imigrantes na Europa com o objectivo de aumentar a produtividade do pais atraves da mao-de-obra. A razao pela qual isto aconteceria, pelo menos no argumento que e normalmente utilizado, seria porque existem poucas pessoas num determinado pais a produzir para que 1) aqueles que estao dependentes dos impostos poderem continuar a beneficiar e 2) para que um determinado pais possa crescer economicamente. Obviamente que isto e um erro. Se se aceitarem mais imigrantes, esses mesmos imigrantes virao a ser dependentes dos impostos dos mais novos e isso so agravaria a situacao porque traria mais dependentes. Em segundo lugar, mais mao-de-obra nao traz necessariamente mais producao e riqueza: mais oferta de mao-de-obra reduz o valor dos trabalhadores no mercado e, alem disso, um empregador nao esta interessado em aplicar o seu capital em mais trabalhadores porque o seu lucro final diminuira. Posto isto, medidas mais realistas e eficazes seriam: diminuir o numero de pessoas dependentes, reformas tardias e aumento de horas de trabalho semanal. Tenha-se em conta o caso dos EUA: as reformas sao mais tardias e o numero de adolescentes e idosos a trabalhar e maior.

Relativamente a obrigacao moral, nao consigo encontrar um criterio coerente para que estejamos obrigados a aceitar refugiados. E verdade que os refugiados, enquanto pessoas, tem “o direito a direitos basicos”. No entanto, pouco se pode fazer acerca desses direitos basicos deixando-os entrar nos paises desenvolvidos. O resultado seria que os problemas que existem nos paises de onde os refugiados vem passaria a ser um problema dos paises receptores de imigracao. A melhor maneira de ajudar os refugiados seria investir em paises em desenvolvimento para criar empregos.

Concluindo, nao ha razao para aceitar imigracao. A imigracao nao beneficia os paises e os imigrantes nao terao melhores condicoes de vida nos paises desenvolvidos e aceita-los apenas significa transportar o problema de um lado para o outro. Numa palavra, e economicamente ineficaz e, consequentemente, moralmente insustentavel.

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Obamania

http://www.republicansforobama.org/

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Barack Obama divulga novas propostas para revitalizar economia

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“Henry Paulson tem um plano para salvar o sistema financeiro norte-americano. Paulson pretende gastar 700 mil milhões de dólares de dinheiro dos contribuintes para comprar, por um preço superior ao seu valor real, activos de bancos à beira da falência. De acordo com os seus apoiantes, o plano é a única solução que permite evitar a catástrofe financeira. Os apoiantes do plano são puramente utilitaristas. Alegam que as consequências do plano são melhores que as consequências de opções alternativas. Os críticos do plano têm sobretudo objecções éticas. Defendem que a responsabilidade pela situação financeira dos bancos é dos respectivos accionistas e gestores. Defendem ainda que quem concedeu crédito a empresas em risco deve sofrer as consequências das suas decisões. De acordo com os críticos, não é ético que seja o contribuinte a pagar, sob a forma de impostos, pelos erros dos banqueiros.

Neste debate, os críticos do plano Paulson estão a defender a ética do capitalismo. O capitalismo pressupõe que cada um deve ser responsabilizado pelas consequências das suas decisões. Os erros dos empreendedores devem ser pagos pelos próprios e nunca por terceiros. A concessão de crédito é uma actividade lucrativa, mas arriscada. Existe o risco de as dívidas não serem pagas e de as garantias se revelarem insuficientes. Quem lucra com a concessão de crédito deve também ser responsabilizados pelos eventuais prejuízos da actividade. Esta é uma regra ética. Pelo contrário, responsabilizar pelos prejuízos quem não teve poder de decisão é uma opção imoral e injusta.

A ética do capitalismo tem também, como bónus, uma função utilitarista de longo prazo. Ao responsabilizar os indivíduos pelas suas decisões, a ética do capitalismo dissuade o risco excessivo e contribui para o bom funcionamento dos mercados financeiros. O plano Paulson, ao transmitir aos investidores a mensagem de que o contribuinte pagará pelos erros dos banqueiros, incentiva comportamentos de risco que tornam os mercados mais susceptíveis a grandes colapsos.”

fonte: http://www.dn.sapo.pt/2008/10/04/opiniao/o_plano_paulson.html .

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