Suicídio assistido

Recentemente em França um pedido de eutanásia foi rejeitado.

1. Toda e qualquer pessoa é detentora do seu corpo.

2. Toda e qualquer pessoa tem o direito natural de fazer o que quiser com o seu corpo, seja mutilá-lo ou prostitui-lo.

3. Toda e qualquer pessoa pode decidir pôr fim à vida do seu corpo dado que é sua propriedade.

4. Os motivos para que alguém decida pôr cobro à sua vida são irrelevantes para a questão desde que seja consentido pelo próprio.

5. A “dignidade da pessoa humana” não é um argumento contra a eutanásia, aliàs nem sequer é argumento algum tratando-se de um conceito vago.

6. Sendo uma pessoa dona do seu corpo o Estado não tem legitimidade coerciva ou moral para impedir alguém de se suicidar seja o caso de doentes em sofrimento ou toda e qualquer pessoa que queira pôr um fim à sua vida.

7. O suicídio assistido pode ser encarado como um negócio qualquer tal como a prostituição ou o jogo.

8. Se um fornecedor de serviços lucrar com o negócio dos suicídios está no seu direito, apenas ganha o que o mercado oferece aos seus serviços.

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